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	<title>Comentários em: Momentos</title>
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	<description>Um mar de palavras e memórias</description>
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		<title>Por: Cláudia</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/mocambique/momentos/2009/05/comment-page-1#comment-48411</link>
		<dc:creator>Cláudia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 10:17:46 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Aproveite o momento. É mais tarde do que pensa.&quot; provérbio chinês.

&quot; A borboleta não conta meses, mas momentos, e tem tempo tempo suficiente.&quot; Rabindranath Tagore

Felizes os que têm momentos! E eu ganhei com os que partilhaste :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aproveite o momento. É mais tarde do que pensa.&#8221; provérbio chinês.</p>
<p>&#8221; A borboleta não conta meses, mas momentos, e tem tempo tempo suficiente.&#8221; Rabindranath Tagore</p>
<p>Felizes os que têm momentos! E eu ganhei com os que partilhaste <img src='http://atlantico-expresso.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: catarina</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/mocambique/momentos/2009/05/comment-page-1#comment-47677</link>
		<dc:creator>catarina</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 13:57:44 +0000</pubDate>
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		<description>momentos tão normais né? nessa tua vida de pessoa viajada em paragens exóticas... eu estava a imaginar-te nessa tua varanda, como nos filmes que sempre retratam os países de África com as cores alaranjadas (engraçado que usam a mesma fotografia com os da América Latina, wonder why?!). Bom, estava-me eu a perder nesse cliché quando me acordaste com o facto de ficares preso cá fora e ainda por cima teres que partir o vidro com o cinzeiro para te libertares do teu provisório estado de encarcerado do lado de fora. 

continua a partilhar esses momentos, tá? sempre e sempre, onde quer que estejas. venho todos os dias ao vosso blog pra vos ler. 

catarina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>momentos tão normais né? nessa tua vida de pessoa viajada em paragens exóticas&#8230; eu estava a imaginar-te nessa tua varanda, como nos filmes que sempre retratam os países de África com as cores alaranjadas (engraçado que usam a mesma fotografia com os da América Latina, wonder why?!). Bom, estava-me eu a perder nesse cliché quando me acordaste com o facto de ficares preso cá fora e ainda por cima teres que partir o vidro com o cinzeiro para te libertares do teu provisório estado de encarcerado do lado de fora. </p>
<p>continua a partilhar esses momentos, tá? sempre e sempre, onde quer que estejas. venho todos os dias ao vosso blog pra vos ler. </p>
<p>catarina</p>
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		<title>Por: ricardo</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/mocambique/momentos/2009/05/comment-page-1#comment-47674</link>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 12:57:13 +0000</pubDate>
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		<description>mwadié, 
já me tinha esquecido desta locomotiva.
Gostei, confesso algum gozo, da história dos 55 contos.
Mas acho que a conclusão estã mal alinhavada. A lição a tirar não é o valor escasso do Peixeiro, é sobre os timings para emprestar dinheiro.
Se o fizesses logo no início, terias estado dois anos livre do estafermo.
Mas, há, e por isso este comentário, uma coisa que me intriga. O que têm os 55 contos a ver com os tugas surrelfados em Cabo Verde. 
É muito curioso!
Quando cheguei a Cabo Verde, a quem eu substitui deram golpe semelhante mas de exactamente igual montante.  Tu substitui-me e sacam-te 55 contos.
Ora, isto não me cheira nada bem... é que o único dinheiro que eu emprestei e não foi devolvido, a alguém que tu conheces, são, mais groza menos zogra, 22, 5 contos.
Isto faz-me pensar. E não creio que seja eu a sair bem no retrato.
Mwadié, mas o que me irrita mesmo são os 15 euros que tu pagas por dois almoços ou jantares numa bela esplanada. Isso mata-me, brader, isso mata-me... Se ao menos eu tivesse a esplanada, custar-me-ia menos os 150 dólares que custa igual repasto em Luanda, em local vagamente identificável na nossa cosmofonia.
arre porra!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mwadié,<br />
já me tinha esquecido desta locomotiva.<br />
Gostei, confesso algum gozo, da história dos 55 contos.<br />
Mas acho que a conclusão estã mal alinhavada. A lição a tirar não é o valor escasso do Peixeiro, é sobre os timings para emprestar dinheiro.<br />
Se o fizesses logo no início, terias estado dois anos livre do estafermo.<br />
Mas, há, e por isso este comentário, uma coisa que me intriga. O que têm os 55 contos a ver com os tugas surrelfados em Cabo Verde.<br />
É muito curioso!<br />
Quando cheguei a Cabo Verde, a quem eu substitui deram golpe semelhante mas de exactamente igual montante.  Tu substitui-me e sacam-te 55 contos.<br />
Ora, isto não me cheira nada bem&#8230; é que o único dinheiro que eu emprestei e não foi devolvido, a alguém que tu conheces, são, mais groza menos zogra, 22, 5 contos.<br />
Isto faz-me pensar. E não creio que seja eu a sair bem no retrato.<br />
Mwadié, mas o que me irrita mesmo são os 15 euros que tu pagas por dois almoços ou jantares numa bela esplanada. Isso mata-me, brader, isso mata-me&#8230; Se ao menos eu tivesse a esplanada, custar-me-ia menos os 150 dólares que custa igual repasto em Luanda, em local vagamente identificável na nossa cosmofonia.<br />
arre porra!</p>
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		<title>Por: Guinevere</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/mocambique/momentos/2009/05/comment-page-1#comment-47598</link>
		<dc:creator>Guinevere</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 11:02:48 +0000</pubDate>
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		<description>Queremos sempre ajudar sem primeiro compreendermos. Porque ter de compreender doi, abre feridas novas e outras das quais já nem nos lembramos.
Obrigada pelos teus momentos amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queremos sempre ajudar sem primeiro compreendermos. Porque ter de compreender doi, abre feridas novas e outras das quais já nem nos lembramos.<br />
Obrigada pelos teus momentos amigo.</p>
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		<title>Por: Mónica</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/mocambique/momentos/2009/05/comment-page-1#comment-47446</link>
		<dc:creator>Mónica</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 21:57:20 +0000</pubDate>
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		<description>obrigada pela partilha de momentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>obrigada pela partilha de momentos</p>
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