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	<title>Comentários em: Naturalmente, o homem enfureceu-se</title>
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	<description>Um mar de palavras e memórias</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 22:36:24 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Maria</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/cabo-verde/naturalmente-o-homem-enfureceu-se/2007/04#comment-7</link>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2007 21:27:34 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando!
Que grande homem és tu...Sim, só um grande homem, reconhece que bater não é um direito, e sim uma covardia.E que pequena jornalista, é a Kátia, qdo defende o homem, ou aquilo que se diz homem.
Li no Semana,um conetário de um leitor, qdo da morte das outras duas italianas,  que elas tinho ido à Cabo Verde em busca de sexo, como se isso aliviasse a culpa, dos criminosos.
Eu adoro pretendo ir conhecer Cabo Verde, e fico feliz, que há homens, na sua terra que pensam como vc, que são capazes de ver além, muito além do machismo.Aqui no Brasil, as mulheres também apanham, e tb são mortas, que pena, e o pior disso, é que algumas mulherers pensam como a jornalista, que o homem mexido na sua dignidade tem o direito de matar.
Li também, que a mãe da jornalista doou, para as crianças caboverdianas, todo o patrimônio, que ela tinha em Cabo Verde. Que grande gesto,separar o joio do trigo, pq tenho certerza, que vcs de cabo Verde, na sua grande maioria, são como nós os brasileiros, integros, ordeiros e honestos, e que infelizmente, uma pequena minoria, mancha um povo todo.
Descobrei, vc aqui na net, porque fui em busca de saber o que acontecia, que eu não conseguia telefonar para Cabo Verde.Gostei de ti.
Abraço brasileiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando!<br />
Que grande homem és tu&#8230;Sim, só um grande homem, reconhece que bater não é um direito, e sim uma covardia.E que pequena jornalista, é a Kátia, qdo defende o homem, ou aquilo que se diz homem.<br />
Li no Semana,um conetário de um leitor, qdo da morte das outras duas italianas,  que elas tinho ido à Cabo Verde em busca de sexo, como se isso aliviasse a culpa, dos criminosos.<br />
Eu adoro pretendo ir conhecer Cabo Verde, e fico feliz, que há homens, na sua terra que pensam como vc, que são capazes de ver além, muito além do machismo.Aqui no Brasil, as mulheres também apanham, e tb são mortas, que pena, e o pior disso, é que algumas mulherers pensam como a jornalista, que o homem mexido na sua dignidade tem o direito de matar.<br />
Li também, que a mãe da jornalista doou, para as crianças caboverdianas, todo o patrimônio, que ela tinha em Cabo Verde. Que grande gesto,separar o joio do trigo, pq tenho certerza, que vcs de cabo Verde, na sua grande maioria, são como nós os brasileiros, integros, ordeiros e honestos, e que infelizmente, uma pequena minoria, mancha um povo todo.<br />
Descobrei, vc aqui na net, porque fui em busca de saber o que acontecia, que eu não conseguia telefonar para Cabo Verde.Gostei de ti.<br />
Abraço brasileiro.</p>
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		<title>Por: ricardo</title>
		<link>http://atlantico-expresso.net/cabo-verde/naturalmente-o-homem-enfureceu-se/2007/04#comment-6</link>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 14:07:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é meu amigo... Mas, ó Peixeiro, acredita se quiseres, eu tenho uma amiga em Cabo Verde, que também é tua amiga, ou pelo menos conhecida que, um dia, em conversa, me disse estar destroçada porque já há algum tempo não tinha manifestações de afecto do namorado. Eu, curioso, ia dizendo: "Pois, já não te convida para jantar no Poeta... já não te liga duas a três vezes por dia...". Que sim, dizia ela, mas isso nem achava muito estranho! Insisti. Resposta: "Já não me dá uma bofetada há mais de um mês!!!".
Leva algum tempo para se ver para lá da cortina europeizada a sociológica realidade cabo-verdiana. Mas, com o tempo, todos os hábitos, até os mais telúricos, como a poligamia africana, vai ficando exposta, nem que seja pelos buraquinhos da tal cortina...

Abraços man

rb</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é meu amigo&#8230; Mas, ó Peixeiro, acredita se quiseres, eu tenho uma amiga em Cabo Verde, que também é tua amiga, ou pelo menos conhecida que, um dia, em conversa, me disse estar destroçada porque já há algum tempo não tinha manifestações de afecto do namorado. Eu, curioso, ia dizendo: &#8220;Pois, já não te convida para jantar no Poeta&#8230; já não te liga duas a três vezes por dia&#8230;&#8221;. Que sim, dizia ela, mas isso nem achava muito estranho! Insisti. Resposta: &#8220;Já não me dá uma bofetada há mais de um mês!!!&#8221;.<br />
Leva algum tempo para se ver para lá da cortina europeizada a sociológica realidade cabo-verdiana. Mas, com o tempo, todos os hábitos, até os mais telúricos, como a poligamia africana, vai ficando exposta, nem que seja pelos buraquinhos da tal cortina&#8230;</p>
<p>Abraços man</p>
<p>rb</p>
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